quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ORAÇÃO DO TERÇO - MAIOR DEVOÇÃO À MARIA

Como rezar o Terço ?
O Rosário é o conjunto da recitação de 20 passagens da vida de Cristo e da Virgem Maria. Essas passagens são chamadas de "Mistérios". Os mistérios contemplam desde a anunciação do Arcanjo Gabriel à Nossa Senhora até a coroação de Maria como Rainha do Céu e da Terra. 
 

Na Bíblia Sagrada, o livro dos Salmos é o livro de oração da Bíblia, e lá há 150 salmos. O povo simples que não sabia ler, viu na oração da Ave Maria, uma síntese de toda a Palavra de Deus e passaram a meditar as passagens da vida de Cristo rezando a Ave Maria, uma oração bíblica. 
 
Terço ou Rosário?
Podem ser ambos. Os cristãos viram na recitação do Rosário, como se cada Ave-Maria fosse uma "Rosa" oferecida à Nossa Senhora, por isso a oração completa se chama "Rosário", e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia. 
 
Eram meditados três momentos da vida de Cristo, divididos em 15 Mistérios, um total de 150 Ave-Marias. Para cada dia eram rezadas 50 Ave-Marias, ou seja, se rezava "um terço" do Rosário. O Papa Joao Paulo II introduziu a meditação dos milagres de Cristo, agora a oração completa do Rosário tem 20 mistérios. 
 
Para se rezar o Rosário, criou-se um instrumento denominado "Terço" exatamente por conter as contas necessárias para contar as orações recitadas. 
 
Inicia-se o terço com o Sinal da Cruz e o oferecimento. A cruz no rosário representa nossa Profissão de Fé e é usada para iniciar o terço: segure a cruz e reze o Credo (Creio em Deus). A primeira grande conta e as três pequenas seguintes são usadas para rezar um Pai-Nosso e três Ave-Marias na intenção de invocar a Santíssima Trindade, na seqüência reze um Glória ao Pai.
 
Após cada recitação de 10 Ave-Marias, reza-se o Glória ao Pai, a oração ensinada por Nossa Senhora em Fátima e finalmente passa-se para a meditação do próximo mistério. 
 
Ao final, reza-se a oração da Salve Rainha, agradecendo a Maria o sei cuidado e proteção.
 
 
 
 

TERCEIRO DIA DA FORMAÇÃO LITÚRGICA PAROQUIAL

Aconteceu na noite de 07 de outubro, a terceira noite de formação para as pastorais e ministérios que compõem as Equipes de Liturgia da Paróquia São Sebastião. A acolhida ficou a cargo da Comunidade São Sebastião. Contamos nesta noite com a presença do Padre Geovane, pároco do Santuário de Nossa Senhora da Piedade. Foi mais um momento em que aprendemos um pouco mais sobre a importância da liturgia nas nossas celebrações. Padre Geovane nos apresentou o 3º livro da coleção "Celebrando o Cristo na Vida do Povo" - Sacrosanctum Concilium - Um novo olhar sobre a Liturgia da Igreja. Foi trabalhado o primeiro capítulo do livro, que nos mostra o tema: Liturgia do Coração e Liturgia da Igreja. Foi um momento de enriquecimento para todos os presentes. No encerramento , recebemos a benção pelas mãos sacerdotais de Cônego Tarcísio Moreira e Padre Geovane. Logo depois foi partilhado por todos um delicioso lanche.





 Niuzeth Matos
Valéria Mattos


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Papa: Sínodo é um caminhar juntos, não um parlamento

Os trabalhos sinodais tiveram início nesta segunda-feira, 5 de outubro, com a primeira Congregação Geral. Depois de rezarem a hora média e da saudação do Presidente-delegado, Card. Vingt-Trois, os padres sinodais ouviram o discurso do Santo Padre.

“A Igreja retoma hoje o diálogo iniciado com a proclamação do Sínodo Extraordinário sobre a família e certamente também muito antes, para avaliar e refletir juntos sobre o texto do Instrumento de Trabalho elaborado pela Relatio Synodi e pelas respostas das Conferências Episcopais e dos organismos autorizados”, afirmou.

Sínodo é caminhar juntos

Francisco recordou que o Sínodo não é um congresso ou um parlatório, não é um parlamento nem um senado. Mas é um caminhar juntos, com o espírito de colegialidade e de sinodalidade, adotando corajosamente a parrésia, o zelo pastoral e doutrinal, a sabedoria, a franqueza e colocando sempre diante dos olhos o bem da Igreja, das famílias.

“O Sínodo é uma expressão eclesial, isto é, a Igreja que caminha unida para ler a realidade com os olhos da fé e com o coração de Deus. O Sínodo se move necessariamente no seio da Igreja e dentro do santo povo de Deus, do qual nós fazemos parte na qualidade de pastores, ou seja, de servidores. Além disso, o Sínodo é um espaço protegido onde a Igreja experimenta a ação do Espírito Santo. No Sínodo, o Espírito fala através da língua de todas as pessoas que se deixam guiar pelo Deus que sempre surpreende, pelo Deus que revela aos pequeninos aquilo que esconde aos sábios e aos inteligentes; pelo Deus que criou a lei e o sábado para o homem e não vice-versa; pelo Deus que deixa as 99 ovelhas para procurar a única ovelha perdida; pelo Deus que é sempre maior do que nossas lógicas e dos nossos cálculos.”

Espírito Santo

Todavia, advertiu o Papa, o Sínodo só poderá ser um espaço da ação do Espírito Santo se os participantes se revestirem de coragem apostólica, de humildade evangélica e de oração confiante:

“A coragem apostólica que não se deixa intimidar nem diante das seduções do mundo, que tendem a apagar do coração dos homens a luz da verdade, substituindo-a com pequenas e temporárias luzes; a humildade evangélica que sabe esvaziar-se das próprias convicções e preconceitos para ouvir os nossos irmãos; humildade que leva a apontar o dedo não contra os outros para julgá-los, mas para estender a mão, para erguê-los sem jamais se sentir superiores a eles”.

Sem ouvir Deus, concluiu o Papa, “todas as nossas palavras serão somente palavras que não saciam nem servem. Sem deixar-se guiar pelo Espírito, todas as nossas decisões serão somente decorações que, ao invés de exaltar o Evangelho, o cobrem e o escondem”.

Por fim, o Pontífice agradeceu a todos que trabalham e trabalharam para a realização do Sínodo, pedindo a intercessão da Sagrada Família para os trabalhos sinodais.

Fonte: Rádio Vaticano


Padrinhos, pais segundo Deus

Os padrinhos têm grave dever de educar seus afilhados segundo a verdade de Cristo


O papel dos padrinhos na formação dos cristãos é mais antigo do que se imagina. A tradição remonta ao século quarto, quando a Igreja tinha de enfrentar as perseguições romanas e as heresias pagãs. A eles cabia o dever de instruir os catecúmenos na fé católica, preservando-os dos erros que pululavam na comunidade. E no caso das crianças, além de professarem a fé em nome delas, recebiam a responsabilidade de educá-las conforme a doutrina perene dos santos apóstolos. 

O decreto Ad Gentes, do Concílio Vaticano II, procurou enfatizar esse significado do apadrinhamento, recordando que a iniciação cristã no catecumenato não é obra apenas dos sacerdotes ou dos catequistas; é "de toda a comunidade dos fiéis, especialmente dos padrinhos, de forma que desde o começo os catecúmenos sintam que pertencem ao Povo de Deus"01. Assim se expressava também o Pastor Angelicus na Encíclica Mystici Corporis. Segundo Pio XII, os padrinhos e madrinhas "ocupam um posto honorífico, embora muitas vezes humilde, na sociedade cristã, e podem muito bem sob a inspiração e com o favor de Deus subir aos vértices da santidade"02

As palavras do venerável Papa são um verdadeiro alento, além de um sutil, porém necessário, puxão de orelha. Os padrinhos são chamados à santidade de vida. Não é da alçada deles a compra de presentes, mas a instrução na fé católica, porquanto "uma criança não é capaz de um ato livre de fé: ainda não a pode confessar sozinha e, por isso mesmo, é confessada pelos seus pais e pelos padrinhos em nome dela."03 Numa época dominada pelas falsas filosofias de vida e pelos erros ideológicos, exaustivamente pregados nas escolas e na imprensa, reavivar o sentido do apadrinhamento na fé católica parece tarefa imprescindível. 

O Código do Direito Canônico dispõe algumas normas para que se escolha o padrinho do batizando. Em primeiro lugar, obviamente, exige-se que "seja católico, confirmado e já tenha recebido a Santíssima Eucaristia, e leve uma vida consentânea com a fé e o múnus que vai desempenhar".04 Depois, que "não esteja abrangido por nenhuma pena canônica legitimamente aplicada ou declarada". Ora, ao contrário do que possa parecer, não são regras absurdas. Como dito anteriormente, aos padrinhos cabe a missão de "assistir na iniciação cristã" e "esforçar-se por que o batizado viva uma vida cristã consentânea com o batismo e cumpra fielmente as obrigações que lhe são inerentes". 

Os padrinhos são muito mais que uma posição social; são pais segundo Deus, pois no batismo morre o "homem velho" e nasce o "homem novo". E como verdadeiros pais, têm o grave dever de transformar seus filhos em soldados de Cristo, educando-os na escola de santidade dos grandes santos da Igreja.
 
Por Equipe Christo Nihil Praeponere 

Referências

  1. Decreto Ad Gentes sobre a atividade missionária da Igreja
  2. Carta encíclica Mystici Corporis do Sumo Pontífice Papa Pio XII
  3. Carta encíclica Lumen Fidei do Sumo Pontífice Francisco
  4. Código de Direito Canônico> 



SEMANA PAROQUIAL DE FORMAÇÃO LITÚRGICA - “Celebração da Palavra dirigida por Ministros Leigos”


Aconteceu na noite de ontem, 6, o segundo dia da Formação Litúrgica da Paróquia de São Sebastião, com participação da Comunidade de São Domingos de Gusmão na acolhida e animação do evento.

A palestra foi ministrada pela D. Cleusa B. Nascimento, da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, que nos falou sobre como o leigo deve se portar quando ministrar a Celebração da Palavra.

A Sra. Cleusa disse também que nenhum cristão deve ter dúvidas do valor da Celebração da Palavra na comunidade, e que não se deve deixar a comunidade para rezar sozinho, porque Jesus Cristo nos espera reunido para conversar com a gente. Conversou sobre como deve ser uma Celebração da Palavra, que devemos valorizar a acolhida, praticar os Ritos Iniciais, o Rito da Palavra, enfim, como ministrar adequadamente a Celebração.

“Os Ministros da Palavra devem ser bem preparados para exercerem seu ministério não como atores, mas como executores de uma ação ritual”.




 Mirian Correa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO PROMOVE SEMANA DE FORMAÇÃO LITÚRGICA

Teve início na noite de segunda-feira, 05, a semana paroquial de formação litúrgica. Ao longo desta semana, todas as noites, haverá momentos de reflexão e oração no salão paroquial, sempre voltados para a liturgia, com a presença de todos os que fazem parte dos ministérios envolvidos durante as celebrações.

Neste primeiro dia, a Comunidade São Lucas participou da acolhida às comunidades e ao palestrante da noite, Dione Dias, natural da cidade de Antônio Carlos. Dione é psicólogo, atuante em vários movimentos na Igreja e ministrou a palestra com o tema: "A palavra de Deus na Liturgia - celebrando o Cristo na vida do povo."

Aconteceu também a reflexão sobre a importância de estar e se encontrar com o Cristo, além da continuidade da liturgia em casa após as celebrações. 
 

Segundo Dione, cada comunidade tem seu talento.Cristo veio para o povo, estava no meio do povo e Deus faz muitas coisas para o povo. 

O que pode melhorar em nossa liturgia?
Que palavra de Deus eu anuncio?
Qual a missão pastoral de cada um?
Onde está o Cristo celebrado no meio do povo? 

Com estes questionamentos, Dione promoveu a interação entre as comunidades. O encerramento aconteceu com a confraternização entre as comunidades.




 Eliane Martin

 

ECC celebra o encerramento da 23ª edição do encontro na Paróquia São Sebastião

Os casais do Encontro de Casais com Cristo (ECC) da Paróquia São Sebastião celebraram na tarde do último domingo o encerramento do seu 23º encontro. A missa aconteceu na capela do Colégio Imaculada Conceição, onde 27 casais encontristas viveram desde a noite de sexta-feira, dia 2 de outubro, a experiência de refletirem sobre seus próprios relacionamentos familiares. 

Para Jorge Paulo de Campos e Rosana Aparecida Braga Campos, casal setorial do setor sul de Barbacena, responsável pela paróquia de São Sebastião e outras quatro paróquias da cidade, o encontro do São Sebastião, marcado pela oração e organização, atingiu o propósito ditado pelo Documento Nacional do ECC. “É possível observar que esse encontro atende os cinco pontos básicos do ECC: doação, pobreza, simplicidade, alegria e oração”, destacou Jorge, que junto com a esposa, pertence ao ECC da paróquia de Nossa Senhora de Fátima há 15 anos. 

O ECC é um movimento espalhado por todo o Brasil. Em Barbacena, ele existe em 10 paróquias e, segundo Jorge e Rosana, ele representa “um dos movimentos mais enriquecedores em ralação ao resgate da família”. Em relação ao trabalho paroquial, seu papel tem sido a possibilidade de envolver os casais nos trabalhos pastorais.

Daniele Ribeiro
Mara Araújo


POR QUE TENHO QUE CONTAR OS MEUS PECADO A UM PADRE?

Muitas vezes, a recusa em buscar o sacramento da Confissão nasce de um escândalo tipicamente protestante: certas pessoas não se conformam com o fato de que Deus usa instrumentos humanos para redimir a humanidade.


Algumas das objeções que são feitas para não recorrer ao sacramento da Penitência consistem em dizer que "não é necessário contar nossos defeitos para outro pecador" ou que "basta confessar os próprios pecados diretamente para Deus".

Essa recusa em buscar a Confissão nasce de um escândalo tipicamente protestante. Certas pessoas não se conformam com o fato de que Deus usa instrumentos humanos para redimir a humanidade: usou Maria para trazer o Seu Filho ao mundo; usou os Apóstolos para transmitir Seus ensinamentos às nações; e, ainda hoje, usa as mãos dos bispos e sacerdotes – que são os sucessores dos Doze – para trazer a Sua presença e o Seu perdão aos fiéis. Impossível não recordar as passagens dos Evangelhos em que Jesus perdoava os pecados às pessoas, e os escribas, desconfiados, pensavam que Ele blasfemava. Formados na ciência das Escrituras, estes sabiam bem que só Deus podia perdoar os pecados. Ao mesmo tempo, porém, ignoravam não só a divindade de Jesus, como não aceitavam que Ele pudesse conceder o poder do perdão também aos seres humanos (cf. Mt 9, 8).

Foi justamente o que fez Nosso Senhor quando, depois da ressurreição, reunidos os Doze, disse-lhes: "Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos" (Jo 20, 23). Com isso, Ele confirmava o poder das chaves, dado aos Apóstolos (cf. Mt 28, 16-20), deixando bem claro que "a reconciliação com a Igreja é inseparável da reconciliação com Deus" [1].

É o que diz um belo sermão, que consta num recente Ofício das Leituras, de autoria do bem-aventurado Isaac, abade do mosteiro de Stela [2]. Na Liturgia das Horas, o texto do século XI leva um título sugestivo: Cristo não quer perdoar nada sem a Igreja. O raciocínio desse escritor eclesiástico é bem simples: "Pertence somente a Deus perdoar os pecados", ele escreve. "Mas, tendo desposado o onipotente a fraqueza, o excelso, a humildade, da escrava fez uma rainha; aquela que estava atrás, a seus pés, colocou-a a seu lado".

Tratando Cristo e a Igreja sob a perspectiva da união que existe entre eles – e que São Paulo denomina como um "grande mistério" (Ef 5, 32) –, o abade Isaac aplica a este "matrimônio" as palavras de Cristo: "O que Deus uniu o homem não separe" (Mt 19, 6), e conclui:

"Portanto, sem Cristo nada pode a Igreja perdoar; nada quer Cristo perdoar sem a Igreja. A Igreja não pode perdoar a não ser ao penitente, isto é, àquele a quem Cristo tocou. Cristo não quer ter por perdoado aquele que despreza a Igreja. (...) Não queiras, pois, tirar do corpo a cabeça, de forma que em parte alguma haja o Cristo total: nem em parte alguma, o Cristo total sem a Igreja nem a Igreja toda sem Cristo em parte alguma. Pois Cristo completo e íntegro, entende-se cabeça e corpo, por isto diz: Ninguém subiu ao céu a não ser o Filho do homem que está no céu (Jo 3, 13). É este o único homem que perdoa os pecados."
Note-se a precisão das palavras: a Igreja não pode (nihil potest) perdoar sem Cristo; Jesus, ao contrário, sendo Deus, até pode perdoar sem a Igreja, mas não quer (nihil vult) fazer isso. Ninguém põe em discussão que Deus tem potestade para salvar como quer; nenhum católico questiona o fato de que Ele pode perdoar os pecados como bem entende. Porém, quando mandou o Seu Filho ao mundo desposando a miserável carne humana, Ele a escolheu como instrumento de redenção; quando concedeu aos Seus discípulos o "ministério da reconciliação" (2 Cor 5, 18), quis que a remissão dos pecados fosse concedida aos homens pelas mãos frágeis e humanas dos padres da Igreja.

Assim como no tempo de Cristo, nenhum homem tem poder para perdoar os pecados. Quando os sacerdotes católicos repetem, em toda Confissão: "Eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo", eles agem "in persona ipsius Christi – na pessoa do próprio Cristo". Nas mãos sacerdotais que traçam sobre nós o sinal da cruz, estão as próprias mãos chagadas do Redentor, apagando os nossos pecados e ressuscitando as nossas almas.

Cristo está vivo e atuante na Sua Igreja. Não queiramos separar o que Ele uniu. Aproximemo-nos com confiança do sacramento da Confissão – atendendo ao pedido do Papa Francisco – e recebamos a alegria do perdão e a paz da consciência!

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

COMUNIDADE SANTO EXPEDITO

     Na celebração dominical,04/10,na comunidade de Santo Expedito,os crismandos participaram da procissão de entrada com seus familiares. 
        "Não é bom que o homem esteja só". "O que Deus uniu,o homem não separe" (Mc 10,9)
A liturgia da Palavra ajudou a compreensão do valor e a importância do sacramento do matrimônio.
Padre Daniel, presidente desta celebração, refletiu junto á comunidade o projeto de amor,de caminhada, de comunhão e fidelidade que fazem o homem e a mulher vencerem seu egoísmo e o fechamento em si mesmo.
     Que Deus confirme o amor dos que abraçaram o matrimônio,afim de que, vivam unidos no amor de Cristo pois só se aprende que amar é doar a vida com àqueles que nos amou até o sacrifício na cruz.
     Estamos sempre caminhando,buscando novos horizontes. Na caminhada humana, buscar a palavra de Deus,é o principal alimento.
    Também iniciamos o mês das missões.Que nossa primeira missão seja em nossa família, que é incubadora da vida e dos valores do evangelho. Após a comunhão,os jovens crismandos e seus pais participaram de um pequeno rito junto aos seus catequistas.










Fotos: Gabriela Cabral
Texto: Eliane Martin



27º DOMINGO DO TEMPO COMUM - COMUNIDADE SÃO DOMINGOS

A Comunidade de São Domingos de Gusmão celebrou neste domingo dia 04 de outubro o 27º Domingo do Tempo Comum, com o tema "O que Deus uniu o homem não separe" (Mc 10,9). Na celebração eucarística que aconteceu às 10 horas da manhã, presidida por Cônego Tarcísio Moreira, auxiliado pelo seminarista propedêutico Carlos Geovane, aconteceu a apresentação dos crismandos de nossa comunidade, que participaram da procissão de entrada, celebramos também os 46 anos de fundação da conferência de Nossa Senhora das Dores. Celebramos hoje também a abertura do Mês Missionário, cujo tema deste ano  "Missão é servir". Em sua homilia Cônego Tarcísio diz que nossa comunidade se alegra por receber os jovens crismandos, seus pais, e os membros da Sociedade de São Vicente de Paulo, em especial os da Conferência Nossa Senhora das Dores. Pediu também nossas orações pelo Sínodo dos Bispos pela família, que começa no dia de hoje em Roma. O Papa, Bispos, Padres e famílias estarão reunidos para discutirem as diretrizes que a Igreja irá seguir para ajudar e encaminhar as famílias. As leituras da Liturgia de hoje nos faz refletir sobre a importância do sacramento do Matrimônio. A linguagem simbólica da mulher ter sido feita da costela de Adão, perto do coração, é para nos lembrar que não é superior, nem submissa, foi feita para ser amada e respeitada em sua dignidade. A família nos dias atuais está sendo alvo de bombardeios por todos os lados, pelos vícios, pela violência, pelo desrespeito, pela desmoralização. E é pelas diferenças nas famílias é que entra a ação de Deus, para ajudar a superar essas diferenças e conflitos. Após a homilia aconteceu o Rito de apresentação dos crismandos à comunidade, com a participação dos pais e catequistas, momento este em que os pais ofereceram aos filhos crismandos a Bíblia Sagrada. Na celebração de hoje fizemos também a coleta de alimentos e itens de higiene pessoal que serão destinados ao Centro de Acolhimento Dom Bosco.







Fotos: Valéria Mattos
Texto: Niuzeth Matos