quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

COMUNIDADE SÃO DOMINGOS DE GUSMÃO

A Comunidade de São Domingos de Gusmão celebrou neste domingo, dia 04 de dezembro, o 2º Domingo do Advento, celebração esta que foi presidida pelo Padre Daniel Ângelo. A celebração iniciou-se às 10 horas da manhã. Padre Daniel acolheu a todos. A seguir foi acesa a 2ª vela do Advento pela jovem Giovana. Durante a homilia o presidente da celebração nos deixou a seguinte reflexão: "Quanto mais densa a noite, mais brilha a luz". Diante dos últimos acontecimentos que nos são apresentados, seja no cenário público, ou no cenário pessoal vemos a luz cada vez mais fraca por causa das atitudes tomadas. No nosso coração também é assim; não podemos nunca deixar que a luz de Cristo se enfraqueça na nossa vida. Devemos ter atitudes que faça essa luz cada vez mais forte e que possamos levar essa luz para os nossos irmãos. João Batista veio para nos mostrar o caminho dessa luz, que é Jesus, veio para anunciar àquele que é a nossa salvação. Diante das dificuldades devemos confiar totalmente em Deus e ter a certeza que Ele nunca nos abandona. Devemos preparar o nosso coração para receber e acolher Jesus, nos prepararmos através da oração e das boas ações. Sair das velhas práticas e costumes e assimilar o novo jeito de ser de Deus e ouvir a voz que nos chama à conversão.







Fotos: Valéria Mattos
Texto: Niuzeth Matos


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

PRIMEIRA MISSA DE PADRE GILMAR NAS COMUNIDADES

As comunidades da Paróquia de São Sebastião celebrou neste fim de semana o 2º Domingo do Advento. Celebração presidida pelo padre Gilmar.
"Produzi frutos que provem a vossa conversão"( Mt 3,8)
A comunidade acolheu membros da Pastoral do Batismo da cidade de Barroso e o coral de Nossa Senhora de Fátima.
Padre Gilmar iniciou a celebração agradecendo as manifestações de carinho recebidas pela sua ordenação. Preparar para o Natal,a vinda do menino Deus,esta é a proposta do 2º dia do advento.
No Evangelho, João Batista nos faz um forte apelo á conversão. É necessário produzir frutos que comprovem a nossa conversão. Padre Gilmar exemplificou a preparação para o Natal.
Observando a correria do cotidiano, projetos que nos levam ao esquecimento do verdadeiro natal, temos que transformar o nosso coração. Seja ele rancoroso ou egoísta, que não nos conduz á festa que celebraremos. Que tenhamos a preocupação de pedirmos a Deus para celebrarmos este natal com o coração transbordando de amor. Jesus nasce e renasce para termos mais uma oportunidade de  nos oferecer uma vida nova, a nossa libertação. Ele foi até a morte de cruz , e,  não desistiu de nós.
Sejamos anunciadores de Cristo, que nascerá neste natal,para uma nova história. Aconteceu a consagração a Nossa Senhora e homenagem ao Padre Gilmar.




























 Texto: Eliane Martim
Fotos: Eliane Martim / Valéria Mattos/ Gabriela Cabral / Erica Duarte 


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

VAMOS FALAR SOBRE O TEMPO DO ADVENTO?

Introdução
A palavra “advento” quer dizer “que está para vir”. O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.
Esse Tempo possui duas características: As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.
Origem
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.
Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.
Teologia do Advento
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no “dia do Senhor”, no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referencia e fundamento, dispondo-nos a “perder” a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.
Espiritualidade do advento
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.
Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é “Marana tha”! Vem Senhor Jesus!
O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.
O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que “preparemos o caminho do Senhor” nas nossas próprias vidas, “lutando até o sangue” contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.
No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus (e não dos bens terrenos), que tem n’Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.
As Figuras do Advento:
ISAÍAS
É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 – 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.
As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.
JOÃO BATISTA
É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, “mais que um profeta”, “o maior entre os que nasceram de mulher”, o mensageiro que veio diante d’Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (conf. Lc 7, 26 – 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta-lO como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profecias do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.
MARIA

Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se “preparou” para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de “Faça-se em mim segundo a sua Palavra” (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.
Em Maria encontramos se realizando, a expectativa messiânica de todo o Antigo Testamento.
JOSÉ
Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de “Filho de Davi”.
José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.
A Celebração do Advento
O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.
As vestes litúrgicas (casula, estola etc) são de cor roxa, bem como o pano que recobre o ambão, como sinal de conversão em preparação para a festa do Natal com exceção do terceiro domingo do Advento, Domingo da Alegria ou Domingo Gaudete, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do libertador que está bem próxima e se refere a segunda leitura que diz: Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto.(Fl 4, 4).
Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A coroa pode ser pendurada no presbitério, colocada no canto do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. O círculo sem começo e sem fim simboliza a eternidade; os ramos sempre verdes são sinais de esperança e da vida nova que Cristo trará e que não passa. A fita vermelha que enfeita a coroa representa o amor de Deus que nos envolve e a manifestação do nosso amor que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.
Podemos também, em nossas casas, com as nossas famílias, mergulhar no espírito do Advento celebrando-o com a ajuda da coroa do Advento que pode ser colocada ao lado da mesa de refeição.
A coroa do Advento

Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.
Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.
Simbolismo da Coroa de Advento
Pelo fato de se tratar de uma linguagem simbólica, a Coroa de Advento e seus elementos podem ser interpretados de diversas formas. Desde a sua origem ela possui um forte apelo de compromisso social, de promoção das pessoas pobres e marginalizadas. Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.
A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.
O Círculo
A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história. O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo.
Desde a Antiguidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.
Os ramos verdes
Os ramos verdes que enfeitam o círculo costumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.
Para nós, no Brasil, este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.
Para ornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor.
Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas.
Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.
As velas
As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de ascender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento.
O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).

Mas existem também outras tradições acerca das cores das velas, podendo-se usar velas brancas, vermelhas, ou até mesmo uma de cada cor (branca, verde, vermelha e roxa ou rosa).
Existem diferentes tradições sobre os significados das velas. Uma bastante difundida:
§                     a primeira vela é do profeta;
§                     a segunda vela é de Belém;
§                     a terceira vela é dos pastores;
§                     a quarta vela é dos anjos.
Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo. Assim:
§                     a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;
§                     a segunda é a vela da fé dos patriarcas que crêem na promessa da Terra Prometida;
§                     a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
§                     a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.
Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:
§                     o tempo da criação: de Adão e Eva até Noé;
§                     o tempo dos patriarcas;
§                     o tempo dos reis;
§                     o tempo dos profetas.

 Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição – São Paulo (http://www.franciscanos.org.br/) e BECKHÄUSER, Frei Alberto, Coroa de Advento – história, simbolismo e celebrações, Ed. Vozes, 2006.

1º DOMINGO DO ADVENTO NAS COMUNIDADES

As Comunidades de Nossa Senhora Auxiliadora, Santo Expedito, São Sebastião, São Domingos de Gusmão e São Lucas,  celebraram  neste domingo (27/11), juntamente com Padre Daniel e Cônego Tarcísio o primeiro domingo do Advento.
Em sua homilia padre Daniel nos fala da importância de caminharmos sempre com Jesus.
“O tempo do Advento significa espera, a espera de Jesus, pois ele é a nossa paz e o sentido da nossa vida. Celebrar o natal é renovar nosso desejo de viver a santidade, renovar o desejo de seguir Jesus.
No evangelho Jesus nos conta uma historia: ‘se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada.’ Se Jesus não for o morador de nossa casa, haverá espaço para os ladrões, para o pecado, que rouba a nossa alegria, a nossa paz e a nossa santidade. É preciso caminhar firme com Nosso Senhor Jesus Cristo.” Após a celebração, a  Pastoral do Dízimo da comunidade Santo Expedito convidou a todos para um café partilhado.





Na missa das 9 horas, na comunidade de São Sebastião, foi comemorado o dia da Medalha Milagrosa e os 5 anos de fundação da IAM, em nossa Paróquia.
A Pontifícia Obra da Infância Missionária já possui uma caminhada em nível mundial. Foi fundada em 19 de Maio 1843,por Dom Carlos de Forbin Janson, Bispo de Nancy na França.
O lema do fundador expressa claramente o espírito que caracteriza a Infância, Adolescência e jovens Missionários, por meio deles evangelizar e ajudar .
A Obra tem as seguintes finalidades: *ajudar pais, educadores e catequistas a despertar a consciência missionária universal levando -as a partilhar sua fé e os meios materiais com aqueles mais necessitado em todo mundo,despertando vocações missionárias .
Aqui na paróquia de São Sebastião tudo começou a 5 anos atrás no ano de 2011 fundada em nossa Paróquia espalhando pelas comunidades e atingindo outras Paróquias.
Tivemos 5 anos de dura e árdua missão e esperamos que venham muitos mais para que possamos comemorar e trazer mais crianças,adolescentes e jovens para nosso serviço missionário a serviço da missão em todos continentes .












Na capela de São Lucas às 18 horas, Cônego Tarcísio nos orienta para que tenhamos cuidado com a superficialidade e com consumismo que o mundo nos oferece, para que não perdemos o caminho para casa do Pai, que esses quatro domingos nos preocupamos sim, em preparar o coração, preparamos a nossa família e a nossa casa para que aconteça o verdadeiro nascimento do Cristo em nós, e que a manjedoura seja o nosso coração. Que sejamos comunicadores e testemunho dessa graça no mundo. Encerrando a celebração com convite para Adoração do Santíssimo às 16 horas e 30 minutos,  na Capela São Lucas no próximo domingo dia 3.










Colaborações: Gabriela Cabral, Aparecida Sá e Erica Duarte.